quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Convite para construirmos Livro Digital Coletivo



A VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco acontecerá 23 de setembro a 2 de outubro, no Centro de Convenções de Pernambuco - Olinda


Como participar deste evento tão grandioso?


Pensando em projetos colaborativos, tive uma ideia ousada!


Convidar você, visitante do blog, para colaborar com seu
texto autoral sobre literatura e cidadania! 


Seu texto pode ser inspirado nas obras do poeta recifense Mauro Mota e o escritor cearense Ronaldo Correia de Brito.
Estes serão os homenageados da Bienal do Livro de Pernambuco neste ano,ou outro autor que você mais gostar!




Como participar?


Basta você postar aqui seu texto (em comentários), no gênero que desejar! Um pequeno texto, apenas uma página... uma imagem.... uma reflexão!!!


Assine  e autorize a divulgação do seu trabalho autoral!


Creio que esta experiência inovadora em Web 2.0 será um sucesso!


E aí? Vamos construir juntos este Livro digital colaborativo?


O título do nosso livro digital será - Literatura e cidadania- uma construção digital coletiva. De autores diversos.


Se der certo ( e dará...srsrrs) socializarei esta experiência na Bienal e avisarei a todos da data e horário para quem puder participar conosco também!!!!
Conto com você!!!
Grande abraço, 
Naidja Laureano

10 comentários:

Naidja Laureano disse...

olá ,pessoal!!! Recebi comentários positivos sobre a iniciativa!!! Agora só falta você participar com seu texto! Lembre-se que é em qualquer gênero!!! uma ideia simples sobre a temática! Não precisa ser em laudas..!!! um pequeno texto já vale!
Vamos lá!! você pode participar desta iniciativa!!!
Grande abraço,
Naidja

JOSÉ RAFAEL MONTEIRO PESSOA disse...

Bem, um "maluco" já comprou a ideia. Em breve envio o texto.
Abraços.

Naidja Laureano disse...

ADOREI, Rafael!!!!
Aguardo vc, "maluco"!!! srsrsr

Naidja Laureano disse...

olá pessoal!
Hoje Mariana enviou um desenho para nosso livro digital!
Kira está finalizando a arte da capa!
Isabela fez um texto também!!!
Aguardamos Roberta, Múcio, Rafael e quem mais vier!!!!
Já deu certo!!

grande abraço, Naidja

JOSÉ RAFAEL MONTEIRO PESSOA disse...

Seguinte: escrevi um textinho, mas tenho medo q tenha ficado burocrático. Vou enviar e pensar em escrever outra coisa até amanhã.
Abraços.

Naidja Laureano disse...

oi Rafael!!! que bom!! manda pelo comentário mesmo que é moderado.... assim já vou lendo... srsr
bjss

JOSÉ RAFAEL MONTEIRO PESSOA disse...

A literatura e as correntes quebradas

Quando refletimos sobre o que vem a ser cidadania nos remetemos imediatamente aos direitos de ordem pública, haja vista uma pessoa sem cidadania está marginalizada ou excluída da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social.
A cidadania é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre lutam por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, inconformados, tal qual um Hamlet shakespeareano, perante as injustiças e opressões tão desumanamente naturais na história da humanidade.
Uma das chaves ou martelos capaz de arrebentar as correntes do Prometeu da injustiça é a leitura. Ler desperta os homens para outras realidades, desde simples sorriso a questionamentos metafísicos, de uma tirinha da Mafalda, do cartunista argentino Quino, aos entraves psicológicos de Stephen Dedalus, do escritor irlandês James Joyce.
A literatura é capaz de criar e recriar inúmeros universos, possibilitando viagens interplanetárias, submarinas, anacrônicas, surreais, acima de tudo, o ato de ler é um fator libertador, legando ao viajante das letras a possibilidade de construir uma criticidade extremamente necessária para qualquer sociedade.
Todo ser humano letrado é um escritor em potencial. Não obstante, segundo o escritor inglês George Orwell, escrevemos basicamente por quatro motivos. Dentre eles o impulso histórico: o desejo de ver as coisas como elas são, de descobrir os fatos verdadeiros e de guardá-los para a posteridade; e o propósito político: o desejo de levar uma palavra em uma certa direção, de alterar a ideia de outras pessoas sobre o tipo de sociedade à qual elas devem aspirar.
Se levarmos em consideração apenas os motivos traçados por Orwell já poderíamos ver o quão a literatura possui um fator de construção de cidadania ímpar, independente de você ser escritor ou não. Não obstante, assim como em seus revolucionários livros, Orwell mostra como os seres humanos podem fazer do planeta em que vivemos um lugar assustador. Basta lembrarmos o que o porco da fazenda Animal, Napoleão, da Revolução dos Bichos, em nada se parece com o Babe, “o porquinho atrapalhado” do cinema, do filme de 1995, do diretor australiano Chris Noonan.
Embora, se viajarmos no tempo e no espaço e aterrissarmos nossa nave literária até a Oceania do ano 1984 Orwelliano, nos encontraríamos com o funcionário do Ministério da Verdade, Winston Smith, cada vez mais desiludido com sua existência miserável, começando uma rebelião contra o sistema e seu Grande Irmão, onde a sociedade sempre em guerra, matinha o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas.
Logo, com o conhecimento de universos literários, podemos afirmar categoricamente, literatura é cidadania, é libertação.

AMARela Cavalcanti disse...

Dida, tá aí o meu. Na verdade é um texto antigo, e uma 'carta-pseudo-prosa-poética'! =D

Sabe amor, há tempos pretendo te dizer que não te quero mais na minha vida, assim como não me queres na tua.
Há tempos quero te dizer que não sei se realmente te amei em algum momento das nossas 2 semanas e meia de amor, assim como descobrirás também que nunca me amastes.
Há tempos quero te dizer que não acredito mais no amor que dizias sentir por mim, assim como sei que não acreditas mais no meu.
Há tempos quero te dizer que não fazes bem à minha saúde. Na verdade és como uma droga que uso apenas por pura dependência e não por gosto real. E sei que sentes o mesmo.
Há tempos, amor, que descobrimos que não fomos feitos um para o outro e que, na verdade, isso não existe.
Há tempos que "eu te amo" não soa verdadeiro saindo de nossas bocas.
Há tempos percebemos que uma casinha no mato de fino trato nunca passará de uma doce lembrança de um belo sonho a dois.
Há tempos compreendemos que a luz dos olhos pode estar em qualquer olhar de qualquer pessoa, só não queremos aceitar.
Há tempos que dias 04 e 14 não significam mais nada para nós, só não assumimos.
Há tempos percebemos que não sabemos o que queremos, nem quem queremos. Mas sabemos de uma coisa, apenas uma certeza num mar de dúvidas: "que não nos queremos mais!"

E é por não te querer e saber que não me queres que te digo:

"Todos passarão, nós passarinho...!"

AMARela Cavalcanti disse...

toma esse tb, já q são textos pequenos =D

Eu nem sabia da tua existência até aquele momento. O momento em que passei pela praça e lá estava você sentado no banco tomando café e conversando com um morador de rua. Naquela hora, naquele instante, eu soube que era com você que eu queria passar o resto dos meus dias. Eu soube que era aquele homem estranho que eu desejava como o pai dos filhos que eu nunca tinha pensado em ter. Que era aquele desconhecido que eu queria como o companheiro de uma vida toda. Aquele homem que não tem filtro nos olhos, que enxerga todos como realmente são: iguais!
Naquele dia de primavera, com um sol de verão, eu te escolhi para mim e para os meus, meu amor!

Sylvia Caxias disse...

Oi!! Demorou, mas chegou, Marina fez a arte dela, achei bem legal, espero que goste.
Bjs!!

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